quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sucesso do Bazar e do Bazar + Brechó


Vejam algumas fotos do Bazar do Clube de Campo Alvorada que aconteceu nos dias 5 e 6 de dezembro:











Este foi meu primeiro bazar. Adorei! Algumas amigas do patchwork estavam presentes fisicamente: Conça, Isolda, Ana Noemi e Marirrô (foto).













Outras estavam em meus pensamentos: Dra. Marileide e Janete, estas que também estão sempre em meu coração.

Foi tão bom que, juntas, eu, Conça e Isolda com nossa arte em Patchwork e Marirrô com seus doces deliciosos e seu maravilhoso Filé de Graviola, resolvemos repetir a dose no último final de semana (dias 12 e 13 de dezembro /2009).

Para este evento convidamos Fátima (bijouterias e camisetas em tie dye) e Renata (Bolsas) para dividirem conosco a alegria de mostrar nossos trabalhos. Também participaram o Chef Filipe e sua doce Manu que, junto com a Giovanna garantiram as guloseimas e bebidas desta grande festa que foi nosso Bazar de Natal. Preciso também registrar as presenças de Joelma coordenando o sucesso do Brechó , e de Tonho do Casarão da Jaqueira organizando a segurança do evento.
A seguir, alguns momentos do evento:

Para o Bazar, disponibilizei o espaço interno da minha casa na Praça da Jaqueira e tive, junto com minhas filhas, a idéia de realizar no espaço externo um Brechó com peças de roupas de grifes conhecidas, seminovas, a preços incríveis que variavam de R$ 1,00 a R$ 15,oo com a renda revertida para a compra de utilidades que serão doadas para um abrigo de idosos carentes de Aldeia/Camaragibe/PE ( aguardem fotos da entrega em breve). Assim, exercitamos o desapego e praticamos uma boa ação. Obrigada aos que compareceram a estes dois eventos e que Deus abençoe a todos!


Resultado do desafio Dodô e Maricota

Olha aí pessoal a feliz ganhadora do Desafio Dodô e Maricota

Parabéns Lala Rodrigues!
(na foto ladeada pela sua jovem mãe Maysa (E) e irmã Ananda (D))

Obrigada a todos que participaram mandando suas criativas respostas. Como ninguém enviou a resposta certa tive que reunir um grupo de "jurados" para escolher o ganhador. Neste caso, a ganhadora.
Agora vamos ao que interessa:
Dodô e Maricota estão mesmo se aquecendo. Sabe para quê? Para substituir a sua antiga "bolsa de água quente" com muito charme. Eles são confeccionados com tecidos, sementes e ervas. Ao serem aquecidos exalam o cheirinho suave das ervas e quando colocados sobre a pele dão uma gostosa sensação de relaxamento, aliviando dores musculares e as terríveis cólicas. Devem ser levados ao microondas de 30 segundos a 1 minuto e podem ser reutilizados.
É importante lembrar que eles não são "Pinguins Terapêuticos", portanto, não substituem medicamentos nem as recomendações dos profissionais de saúde.
Ah, e também não são pesos de porta como muitos pensavam...
Agora vamos ao mais importante:
Você que é muito chic precisa ter um. Suas amigas, igualmente chiques, também.
Compre agora um para você e indique para sua amiga. Eles custam R$ 25,00 cada, mais as despesas de envio.

Procura-se Kátia Modry

Oi, meninas

Vocês não tem noção das malas lindas que a Kátia confecciona em Patchwork. Isolda, uma amiga que esteve no último festival de Patchwork de Gramado comprou duas mas não anotou o contato desta mulher das mãos de fada. E eu preciso ter uma mala maravilhosa da Kátia Modry. Então, queridas, me ajudem a encontrar Kátia Modry de Porto Alegre-RS.

Bjs para todas.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Não perca o BAZAR este fim de semana!

Confira no convite abaixo algumas das artistas que estarão expondo no BAZAR!


Desafio Dodô e Maricota

O que você acha que Dodô e Maricota, este simpático casal de pinguins, está fazendo na cozinha - mais precisamente dentro do microondas?

Foto: Miriam Wollmer

A primeira resposta certa, ou a mais criativa, vai ganhar um deles!

A apuração do resultado será dia 6 de dezembro (domingo) durante o Bazar do Clube de Campo Alvorada.
*Obs.: As despesas de envio são por conta do vencedor.

domingo, 29 de novembro de 2009

Consciência Ecológica


Preservar o meio ambiente é a 'palavra' de ordem.
Jogar lixo pela janela do carro? Nunca.
Pensando nisso minha amiga Conça criou sacolas de lixo em patchwork para pendurar no carro.
Parabéns, Conça! Pela iniciativa e pela beleza do trabalho. Beijos!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Renas do Papai Noel


Você pode até não acreditar em Papai Noel, mas as renas eu garanto que existem. E são lindas! Veja:

Foto: Miriam Wollmer

Estas da foto estão na loja da minha amiga Tita Araújo. [Não adianta ir ao Pólo Norte pois eu produzi com exclusividade para a loja da Tita].

Aí vai o endereço:
Galeria Aldeia Boulevard, Km 9.5 - Loja 7
Fones: 8640 2088 e 4116 0599

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O Fenômeno das Patchahólicas Anônimas


*Diretamente do divã do psicanalista: CASO SÉRIO*

“ - Então, Sr. Trapunto, o que posso fazer pelo senhor?”

Eu vou lhe contar tudo, desde o início...

Quiltéria, minha mulher, sempre gostou de artesanato. Adorava freqüentar feirinhas, comprava coisas pra alegrar a casa, até fazia um bordado de ponto cruz de vez em quando. Um dia, uma amiga que tinha chegado dos Estados Unidos trouxe uma revista.

Uma simples revista. Inofensiva. Pelo menos, era o que eu pensava...

Já estávamos casados há alguns anos, dois filhos, tudo ia bem na nossa vida. Mas aquela revista...

Era uma revista de decoração em estilo country. Quiltéria ficou encantada com umas colchas e falou:" - Nossa! Que lindo isso!! Será que é difícil de fazer?"

E a amiga disse: " - Acho que não. Olha só, aqui no final da revista tem uns moldes e umas explicações. Eu te empresto a revista e você tenta." Ela deixou a revista num canto e ficou se enrolando uns tempos.

Até que vieram as férias e ela reclamou que estava sem saber o que fazer nos dias que passaríamos na praia. E eu sugeri: " - Por que você não tenta aqueles trabalhos da revista que a sua amiga te emprestou? Faz semanas que está aí. Se não for pra fazer é melhor devolver.

"Quando penso que EU sugeri! Não consigo me conformar... Ela saiu, comprou uns panos e, no final de uma tarde, tinha um pegador de panelas pronto. Me mostrou, orgulhosa do resultado e eu incentivei. EU INCENTIVEI!!!

Mesmo não entendendo nada de costura dava pra ver que não tinha ficado lá essas coisas, e a confirmação veio quando, na primeira lavada, o negócio praticamente se desintegrou. Mas ela estava empolgada e já tinha descoberto um curso numa loja de tecidos. O curso durava oito semanas, só que ela convenceu a professora de que não poderia, por causa do trabalho, fazer nesse prazo. Precisava fazer em quatro, já que seria só pra ter as bases mesmo, era só um hobby, não era? Foi aos poucos. Eu nem percebi.

Hoje eu olho pra trás e tento identificar o momento em que tudo começou, mas não consigo... No começo foi legal, ela estava empolgada, alegre. Logo terminou uma manta, “um sampler”, ela disse.

Comecei a ouvir as conversas dela pelo telefone com as amigas e vi que era uma linguagem incompreensível pra mim:" - Oi! Terminei meu quillow! Sério. Não, quiltado à mão! Juro! Uns blocos em foundation outros em apliqué, com as bordas mittered. É verdade! Tô tão orgulhosa... Agora estou aqui pensando se faço uma colcha em Baltimore ou um panô em Bargello. O que você acha?"Quillow? Quilt? Foundation? Bargello? Baltimore, pra mim sempre fora uma cidade dos Estados Unidos, mas, aparentemente, eu estava enganado.

Nossa comunicação estava começando a ficar difícil.

Mas o pior nem era isso... O problema era a invasão silenciosa da nossa casa. Aos poucos começamos a encontrar tecidos, livros, e todo tipo de material de costura em todos os cantos.

Sentar no sofá era um perigo! Ser picado por uma agulha era o mínimo que podia acontecer. Isso, claro, quando a gente conseguia um espaço pra sentar. Geralmente tudo estava tomado pelo estojo de costura, o bastidor e a colcha King Size que ela estava quiltando. Andar descalço era uma temeridade. Alfinetes malignos e mal intencionados insistiam em chamar a atenção para o fato de estarem caídos pelo chão e pediam pra serem levados pra caixinha usando, pra isso, de meios sórdidos como se enfiarem nos nossos calcanhares que doíam pra caramba! Nem Aquiles suportou um ataque covarde no calcanhar, que dirá nossos pobres calcanhares mortais...

A estante foi tomada pelos livros e revistas de patchwork que chegavam dentro de sacolas a cada vez que ela saía e passava numa livraria: "Estava em promoção, olha só!" Mas também pelo correio, com as coisas que ela pedia pela internet. “Você sabia que livros NÃO PAGAM imposto de importação? Não é o máximo?"Tecidos então... Estavam por tudo.

Acho que algum cientista ainda vai descobrir que tecidos têm vida própria e que, ainda por cima, se reproduzem! Afinal, como explicar as vezes em que eu fui buscar uma toalha de banho no escuro e descobri ao acender a luz que era um tecido de florzinhas roxas? Sem contar que, quando ela viu, deu um grito e disse: " - O QUÊ?! Você não está pensando em se enxugar com meu tecido Debbie Mumm novinho, né?"Não sei quem é essa Debbie-não-sei-o-quê, mas deve ser alguém muito importante... Muito mais do que eu e nossos filhos, que a essas alturas já não tinham roupas limpas porque os tecidos tomavam conta dos varais. E quando esses acabaram, das portas, das janelas e de onde mais fosse possível pendurar alguma coisa. " - A gente tem de lavar os tecidos antes de usar pra soltar toda a tinta e encolher tudo o que for necessário, senão o trabalho fica horrível depois."Horríveis, na verdade, tinham ficado nossas refeições...

Primeiro, Quiltéria começou a fazer só pratos super rápidos (afinal, tinha ficado costurando até as barrigas roncarem mais alto do que a máquina de costura). Depois começaram os PFs (pratos feitos), já que não tinha nenhum espaço na mesa que não fosse tomado por moldes, tecidos, régua, tesouras, alfinetes, etc., etc., etc.

Sobravam exatos 10cm de mesa, suficientes, quando muito, pra colocar um pratinho de sobremesa pra cada um. E ai de quem respingasse uma só gota de qualquer coisa naquilo tudo! Num domingo, estávamos todos em casa quando, de repente, tocou um despertador. Eu levei um susto! Perguntei porque o despertador estava tocando no meio da tarde e não acreditei na resposta que ela deu sem nem levantar os olhos do EPP que estava fazendo:" - Ah! É o horário de ir buscar as crianças na escola. Eu coloquei pra despertar pra eu não esquecer... Você sabe, quando eu pego numa costura não vejo a hora passar!"E tem mais! Nos armários, começaram a aparecer sacolas e mais sacolas. Aliás, as sacolas estavam também na sala, ao lado do sofá, no nosso quarto, ao lado da cama, na área de serviço... Essas sacolas eram um mistério para mim, até que um dia interceptei uma conversa, e vi que a coisa era ainda pior do que eu imaginava!" - Tô arrasada. Tenhos uns 10 UFOs aqui em casa! Não, ainda não consegui dar um fim naquele da sala, acredita? Só faltam as flores de fuxico e o viés e eu não me animo! Não, não é nem mais um WIP, já é UFO mesmo! O problema é que tem pelo menos uns outros 10 projetos que eu quero começar, mas estou me segurando. Então, menina, tem aquela revista japonesa que tem umas bolsas em chenille que são demais! Mas eu já disse que só pego na bolsa depois de terminar pelo menos aquela aplicação em freezer paper que está me esperando há séculos no quarto!!! Aliás, freezer paper, não! AVBond*Paper! Nacional e muito melhor!!!

"Dentro das sacolas tinham UFOs?!!! Minha mulher estava recebendo marcianos em casa e ainda fazendo fuxicos com eles? Logo ela, que nunca foi de falar mal da vida de ninguém! Será que ela estava a ponto de ser abduzida?! E que história era aquela de coisa congelada no quarto? Talvez fosse esse tal de WIP, de quem eu nunca ouvi falar! E quem é esse Bond Não-sei-das-quantas?! Será que ela agora também era espiã? E se a polícia baixasse aqui em casa? A NASA, a CIA, o FBI? Já estava até vendo a cena...

Helicópteros sobrevoando a casa, as crianças apavoradas num canto e aqueles homens em macacões e capacetes de astronauta entrando na casa, vasculhando tudo e dizendo: " - Soubemos que a dona desta casa trabalha como espiã e mantém WIPs congelados no quarto, enrolados em papel pra freezer, além de ter UFOs reféns, presos em bolsas de chenille." (Chenille, o que é isso, meu Deus?!).

E ela, com ar de desdém:" - Humpft! Esse macacão deles podia pelo menos ter um quiltzinho à máquina!"Achei que aquilo tudo já estava indo longe demais! Falei com ela, tentei ser compreensivo. Disse que estava sentindo falta dela, de passearmos juntos, só nós dois, propus uma viagem. Ela relutou por uns tempos, mas depois aceitou. Ficou bem feliz com a idéia. Feliz demais, até. Eu devia ter desconfiado... Ela disse que organizaria tudo, que passaríamos 4 dias num lugar bem romântico. Era novembro e nós fomos... pra Gramado!!! Na volta, ela dizia pra todo mundo: " - Não sei porque ele ficou tão bravo! A gente saiu pra passear todas as noites! E depois, ele reclama tanto que trabalha demais, que está sempre cansado... Quando eu arranjo dias inteiros pra ele ficar de papo pro ar, sem fazer nada, dormindo até tarde, ele acha ruim! Agora, amiga, vou te contar: o festival é TU-DO-DE-BOM!!! " Comecei a ficar desesperado! Procurei os maridos das amigas dela e vi que todos estavam na mesma situação. Criamos um grupo de auto-ajuda, e nos reuníamos, enquanto elas quiltavam, pra trocar experiências. As histórias eram escabrosas! " - Levei minha mulher pra uma viagem à Itália pra ver se ela se desligava um pouco. Quando entramos na Basílica de São Marcos, em Veneza, ela deu um grito e caiu de quatro! Ficou o tempo todo olhando só para o chão. Disse que era uma fonte de inspiração infinita pras colchas dela. Quis tirar foto, era proibido, então ela se ajoelhou e ficou desenhando, tirando os modelos. Todo mundo olhando pras obras de arte, pros mosaicos, e ela ali, copiando o chão! E foi a mesma coisa em todas as outras cidades, Milão, Florença... Eu já não sabia mais o que fazer. Nosso álbum de fotos só tem foto de chão!!! Agora ela só fala em participar de um cruzeiro nas Bahamas. Patchwork em regime de confinamento!"" - Comigo foi pior! Tinha uma obra perto de casa. Uma nova linha de ônibus. Eles estavam instalando os postes de luz e os tais postes vinham embrulhados em um tipo de feltro, sei lá. Só sei que ela foi até o meio da obra, uma rodovia! E saiu carregando uns 10 metros daquele feltro todo sujo de lama! Eu perguntei: ‘ - E se a polícia te pega roubando material na rua?’ E ela disse: ‘ - Imagine! Eles iam JOGAR FORA! Quer heresia maior do que jogar tecido fora?! E dá uma fibra excelente pra usar nos meus sanduíches!’ Eu fiquei em pânico pensando que a gente ia começar a comer tecido também, mas ela me acalmou dizendo que era outro tipo de sanduíche... "" - Isso não é nada! Minha mulher voltou a estudar inglês. Eu fiquei contente porque pensei que, enfim, ela estava le libertando dessa coisa. Nada disso! Ela voltou a estudar inglês pra poder assistir um canal americano de patchwork pela internet! 24 horas por dia! Isso sem falar numa Universidade do Quilt, também americana, também por internet. O que é que eu vou fazer?", e começou a soluçar. Os outros maridos, penalizados, ofereceram mais uma cerveja e suspiraram em uníssono! Todos sabiam muito bem o poder da Internet! E agora, depois do tal de Orkut, as coisas tinham piorado! Um deles andou bisbilhotando o perfil da mulher e descobriu que ela agora se autodenominava "Serial Quilter" e que fazia parte de uma comunidade (que ele já estava a ponto de chamar de ‘seita’) chamada (com muita razão, diga-se de passagem) de Patchahólicas Anônimas!!! É o fim! " - É por isso que eu vim aqui, Doutor. Vim para saber se isso tem cura, se tem alguma coisa que eu possa fazer pela minha mulher!"O médico era um especialista. Uma das maiores referências nacionais em Psiquiatria.

Esse médico era realmente a última esperança de toda a família. Depois de escutar toda a história em silêncio profundo, com os braços cruzados sobre o peito e o olhar grave, o médico apoiou os cotovelos sobre a mesa, respirou fundo e disse:" - Bem... Por acaso o senhor não poderia me dar o endereço desse grupo de maridos? Minha mulher também faz patchwork!!!!". E começou a chorar!

Texto de Juliana Vermelho Martins

20 RAZÕES PARA COMPRAR TECIDOS

  1. porque estão em liquidação, claro !
  2. se não estão em liquidação, mas um dia estarão e os melhores já estarão vendidos.
  3. porque eu quero.
  4. não são para mim, são para uma amiga.
  5. isto é um fato comprovado, comprar um "fat quarter" tem 100% menos calorias do quecomprar um sundae.
  6. estou colecionando tecidos.
  7. porque estão na minha frente e não posso desperdiçar a oportunidade.
  8. é muito mais barato do que trocar os tapetes e móveis da casa.
  9. porque não posso viver sem eles.
  10. porque estão me chamando pelo nome.
  11. porque matam completamente minha fome.
  12. tecidos repetidos ? só posso ter gostado muito, então, vale a pena comprar de novo.
  13. são tão lindos que um dia irei usá-los.
  14. é melhor comprá-los agora antes que o marido se aposente e vá junto em todas as compras.
  15. ninguém me proibiu de comprá-los.
  16. faz parte de um plano para deixar o marido louco...eheh !
  17. todo mundo tem, menos eu.
  18. muitos tecidos são a peça chave de uma mente criativa.
  19. porque exatamente este eu ainda não tenho.
  20. porque preciso muuuito de tecidos novos, sempre... !!!
Créditos: Madame Frufru e Bendito Fio